Educadores do 35º Núcleo acompanhando a sessão da Câmara Municipal de
Vereadores de Três de Maio, dia 06 de junho, pedindo apoio das
lideranças locais.
quarta-feira, 8 de junho de 2016
segunda-feira, 6 de junho de 2016
PL 257: confira a análise do Departamento Jurídico do CPERS sobre as consequências deste projeto, caso aprovado
O Governo Federal encaminhou ao
Congresso Nacional Projeto de Lei que, caso aprovado, irá possibilitar a
renegociação da dívida dos Estados com a União. Tal proposta é oriunda
das pressões exercidas por diversos governadores que almejam utilizar os
recursos utilizados para pagamento mensal da dívida com a gestão de seu
governo.
O Governo do Estado do Rio Grande do Sul tem alegado que o contrato da dívida do Estado com a União quebra o pacto federativo e não atende ao atual quadro financeiro do Rio Grande do Sul, visto que balizado em evidente desequilíbrio entre as partes do contrato e que possui cláusulas abusivas, dentre elas a que determina a reserva de 13% da Receita Corrente Líquida para fins de pagamento da dívida e a que prevê o bloqueio unilateral das contas do Estado em caso de inadimplemento de aludidas parcelas.
Em decorrência de tal realidade, o Ministério da Fazenda, em março, apresentou nova proposta de renegociação da dívida para os Estados interessados na adesão e, para isso, encaminhou dia 22 de março um projeto de lei que estabelece, dentre outros pontos, novos parâmetros para pagamento da dívida e alterações na Lei de Responsabilidade Fiscal.
Referido projeto permite o alongamento da dívida dos Estados por mais 20 anos e as dívidas com o BNDES em mais 10 anos, permitindo, também, a redução da parcela mensal repassada à União pelos próximos 24 meses em 40%, devendo a diferença ser paga ao final.
O Governo do Estado do Rio Grande do Sul tem alegado que o contrato da dívida do Estado com a União quebra o pacto federativo e não atende ao atual quadro financeiro do Rio Grande do Sul, visto que balizado em evidente desequilíbrio entre as partes do contrato e que possui cláusulas abusivas, dentre elas a que determina a reserva de 13% da Receita Corrente Líquida para fins de pagamento da dívida e a que prevê o bloqueio unilateral das contas do Estado em caso de inadimplemento de aludidas parcelas.
Em decorrência de tal realidade, o Ministério da Fazenda, em março, apresentou nova proposta de renegociação da dívida para os Estados interessados na adesão e, para isso, encaminhou dia 22 de março um projeto de lei que estabelece, dentre outros pontos, novos parâmetros para pagamento da dívida e alterações na Lei de Responsabilidade Fiscal.
Referido projeto permite o alongamento da dívida dos Estados por mais 20 anos e as dívidas com o BNDES em mais 10 anos, permitindo, também, a redução da parcela mensal repassada à União pelos próximos 24 meses em 40%, devendo a diferença ser paga ao final.
Em contrapartida, o projeto prevê as seguintes exigências:
– Vedação na contratação de novas operações de crédito pelos próximos 3 anos;
– Vedação de aumentos e vantagens salariais;
– Proibição de nomeação de novos servidores;
– Aumento na contribuição previdenciária por parte dos servidores;
– Instituição de regime complementar de previdência;
– Reforma no regime jurídico dos servidores públicos para limitação de benefícios, progressões e vantagens nas carreiras públicas para adequá-las aos moldes dos servidores públicos federais.
– Vedação de aumentos e vantagens salariais;
– Proibição de nomeação de novos servidores;
– Aumento na contribuição previdenciária por parte dos servidores;
– Instituição de regime complementar de previdência;
– Reforma no regime jurídico dos servidores públicos para limitação de benefícios, progressões e vantagens nas carreiras públicas para adequá-las aos moldes dos servidores públicos federais.
Nisso, as exigências dessa renegociação
parecem convenientes à postura do atual Governo Estadual com relação ao
funcionalismo público, que tem adotado medidas de extrema restrição com a
despesa de pessoal, afetando, como já dito, reajustes, progressões,
promoções e nomeações, além de exigir a instituição de regime de
previdência complementar e reduzir ainda mais o limite percentual para
despesas com pessoal.
O que se percebe, na verdade, tanto pelas medidas já tomadas pelo Governo do Estado, quanto pelas propostas encaminhadas pela União, é que caberá aos servidores públicos arcarem com os históricos problemas financeiros do Estado.
Se a chamada “Lei de Responsabilidade Fiscal Estadual” já trouxe limitações de gastos com o serviço público, que fatalmente causarão o congelamento salarial por diversos anos, além do sucateamento da estrutura dos serviços públicos, essas novas medidas, caso o Estado do Rio Grande do Sul faça sua adesão aos termos da proposta de renegociação da dívida constante na lei apresentada, engessarão ainda mais a possibilidade de investimento e valorização do funcionalismo público estadual.
Não se faz demais mencionar, também, a gritante contradição do Governo do Estado se aceitar os termos propostos pela União. Isso porque, desde o início do governo, incontáveis foram as declarações de seus representantes no sentido de condenar a postergação do pagamento de dívidas para gestões futuras, o que por certo será adotado pelo atual Governo.
O PLP 257/16, portanto, endossa todas as iniciativas do Governo do Estado na direção do sucateamento do serviço público e na desvalorização do servidor. São medidas de ajuste que precarizam o serviço público, único atingido na contraprestação exigida dos entes federados para a formalização do acordo.
O que se percebe, na verdade, tanto pelas medidas já tomadas pelo Governo do Estado, quanto pelas propostas encaminhadas pela União, é que caberá aos servidores públicos arcarem com os históricos problemas financeiros do Estado.
Se a chamada “Lei de Responsabilidade Fiscal Estadual” já trouxe limitações de gastos com o serviço público, que fatalmente causarão o congelamento salarial por diversos anos, além do sucateamento da estrutura dos serviços públicos, essas novas medidas, caso o Estado do Rio Grande do Sul faça sua adesão aos termos da proposta de renegociação da dívida constante na lei apresentada, engessarão ainda mais a possibilidade de investimento e valorização do funcionalismo público estadual.
Não se faz demais mencionar, também, a gritante contradição do Governo do Estado se aceitar os termos propostos pela União. Isso porque, desde o início do governo, incontáveis foram as declarações de seus representantes no sentido de condenar a postergação do pagamento de dívidas para gestões futuras, o que por certo será adotado pelo atual Governo.
O PLP 257/16, portanto, endossa todas as iniciativas do Governo do Estado na direção do sucateamento do serviço público e na desvalorização do servidor. São medidas de ajuste que precarizam o serviço público, único atingido na contraprestação exigida dos entes federados para a formalização do acordo.
Porto Alegre, 31 de março de 2016.
Buchabqui e Pinheiro Machado Advogados Associados
Assessoria Jurídica CPERS/Sindicato
Veja quais são as consequências do Projeto de Lei nº 44/2016, caso aprovado
O Governo do Estado encaminhou no último
dia 25 de fevereiro à Assembleia Legislativa, uma série de projetos que
visam ao desmantelamento do estado e a precarização dos serviços
públicos. Em sua política de acabar com o papel do estado nas políticas
públicas, o que tem por consequência, por exemplo, a crise na educação
com as enturmações e ausência de professores, bem como a crise da
segurança pública que hoje tristemente vivenciamos, o Governo apresenta o
Projeto de Lei nº 44/2016, em que qualifica entidades privadas sem fins
lucrativas como “Organizações Sociais”.
Estas Organizações Sociais poderão,
através de parcerias e convênios com o Setor Público, receber recursos,
orçamentários e extra-orçamentários, bem como a utilização de espaço
público (art. 14), para fins de projetos nas mais diversas áreas, como
educação, saúde, meio-ambiente, tecnologia, cultura, esporte e ação
social (art. 1).
As parcerias e convênios entre entes
públicos e o terceiro setor não são novidades, porém, o projeto de lei,
ao qualificar as novas Organizações Sociais, com atividades tão amplas, e
não especificar as metas e tipos de convênios, demonstra a verdadeira
intenção do Governo em passar para a iniciativa privada, ainda que sem
fins lucrativos, os serviços que constitucionalmente devem ser
realizados pelos servidores públicos.
Não restam dúvidas que se trata de
terceirização do serviço público, que constitucionalmente deve ser
prestado por servidores públicos cujo ingresso observou a regra do
concurso público.
O Estado passará a fiscalizar, tão
somente, a conclusão das metas estipuladas em contrato, sem qualquer
observância da aplicação dos recursos contratados, isto é, a escolha dos
fornecedores e da destinação das verbas, uma vez que as Organizações
Sociais não se submeterão à Lei de Licitações.
Evidente, portanto, que o interesse do
Governo é não governar, não gerir os recursos financeiros e de pessoal
em busca da qualidade dos serviços, mas de somente terceirizar o seu
papel e para o qual foi eleito.
Especula-se, assim, que os colaboradores
destas novas entidades certamente serão regidos pelas leis de mercado, e
que terão a contraprestação pelos seus serviços rebaixados à miséria,
levando, ao fim e ao cabo, na total precarização do serviço a ser
prestado à comunidade.
A sociedade contribuinte exige do Estado
a contrapartida aos impostos que lhe são cobrados, e isto se faz com
servidor público valorizado e bem remunerado, com gestão e eficiência do
Administrador.
Fonte: www.cpers.com.br
segunda-feira, 23 de maio de 2016
Atenção Educador todos no CAFF, hoje às 16h
Sob forte pressão da Greve dos Educadores no Estado, o governo Sartori
(PMDB) marcou nova mesa de negociação, nesta segunda-feira, às 16h no
auditório Paulo Freire, no Centro Administrativo Fernando Ferrari (CAFF)
.
O Comando de
Greve do CPERS convoca todos professores e funcionários de escola para
estarem presentes na frente da Secretaria de Educação às 15h30,
mostrando a força e a união da categoria. Também orienta que os 42
Núcleos do Sindicato para que façam atos em frente às Coordenadorias
Regionais de Educação – CREs. Os educadores devem procurar seu Núcleo
para participarem das atividades.
“Vamos exigir do governo propostas que permitam avanços na pauta de negociação. E a promessa que nossos estudantes não sofrerão nenhum tipo de violência nas ocupações nas escolas”, destaca a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.
“Vamos exigir do governo propostas que permitam avanços na pauta de negociação. E a promessa que nossos estudantes não sofrerão nenhum tipo de violência nas ocupações nas escolas”, destaca a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.
sexta-feira, 20 de maio de 2016
sexta-feira, 13 de maio de 2016
AGORA É GREVE!
Na Assembleia Geral realizada
em Porto Alegre hoje à tarde, foi deflagrada GREVE por tempo indeterminado.
Assim, convidamos os
Conselheiros de Escolas, Representantes Municipais, Membros da Diretoria do 35º
Núcleo, para Reunião, amanhã, sábado, às 9 horas na sede do 35º Núcleo.
UNIDOS SOMOS MAIS FORTES!
GREVE pelo PISO, contra o
parcelamento de salários, reajuste zero para 2017 conforme o projeto de lei que
tramita na Assembleia Legislativa, em defesa dos nossos direitos, entre eles o
Difícil Acesso e manutenção dos Planos de Carreira.
35º
Núcleo – CPERS/Sindicato
Telefones: (55) 3535-1942 ou 2947
Blog: cpers35.blogspot.com
quarta-feira, 4 de maio de 2016
ASSEMBLEIA REGIONAL DO 35º NÚCLEO
Convidamos para ASSEMBLEIA
REGIONAL DO 35º NÚCLEO, amanhã, quinta-feira, dia 05 de maio,
13h30min em 1ª convocação e 14hs em 2ª convocação, na sede do 35º Núcleo.
A Assembleia Regional será em
preparação a Assembleia Geral em Porto Alegre, dia 13 de maio, no Gigantinho,
em Porto Alegre.
É muito importante a
participação de representantes de todas as escolas, trazendo sugestões de
mobilização e as reivindicações da categoria.
Esse é o momento de nos
unirmos e definirmos o que é melhor para categoria.
Participe!
Assinar:
Postagens (Atom)











