quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Dia "D" da Base Nacional Comum Curricular: Vamos fazer do Dia D um dia de DENÚNCIA!


Hoje, 2 de agosto, é o Dia "D" da Base Nacional Comum Curricular. Uma tentativa desesperada do Governo Federal de mascarar a falta de diálogo com a comunidade escolar discutindo em um único dia um documento com mais de 150 páginas.
Vamos fazer do Dia D um dia de DENÚNCIA!
Precisamos envolver toda a comunidade escolar, incluindo pais e alunos(as), na defesa de uma educação pública, gratuita e de qualidade, com gestão democrática e comprometida com a formação integral do cidadão. Não há remendo que possa consertar uma proposta viciada em suas origens. O futuro da escola pública depende da revogação imediata da BNCC e da Reforma do Ensino Médio.


Se a BNCC e a Reforma do Ensino Médio forem implementadas, a próxima luta dos(as) educadores(as) não será por salário ou reposição da inflação. Será por emprego. A obrigatoriedade de apenas duas disciplinas implicará em uma redução drástica no número de docentes de outras áreas.

Mesmo professores(as) de português e matemática serão afetados, já que 40% da carga de 1.800 horas pode ser ofertada à distância. Quantos de nós sobrarão?



A Base Nacional Comum Curricular do Ensino Médio prevê apenas duas disciplinas obrigatórias nos três anos de currículo escolar: português e matemática. Outras matérias, como história, geografia, educação física, língua estrangeira, física, filosofia, sociologia, química e biologia, podem ou não ser ofertadas, com caga horária bastante reduzida. 

Com o orçamento para a educação congelado e os investimentos em queda, quantas escolas públicas terão condições de ofertar mais do que o mínimo obrigatório? 


  

 De acordo com a Base Nacional Comum Curricular do Ensino Médio, até 40% da carga horária obrigatória (1.800 horas) poderá ser cumprida à distância (EAD). 

Quantas escolas têm laboratórios de informática atualizados? Quantos alunos de escola pública têm acesso fácil a internet de qualidade? Como garantir a qualidade do ensino-aprendizagem com os estudantes fora da sala de aula? 







Para os pobres, português e matemática. Para os ricos, todas as disciplinas! 

Com o deserto de investimentos, poucas instituições poderão ofertar mais do que um dos cinco “percursos formativos”, responsáveis pelas 1.200 horas que complementariam a certificação do Ensino Médio. Quem puder pagar vai engordar seu histórico escolar com cursos profissionalizantes e mais aulas em EAD, entre outras modalidades afeitas à terceirização e privatização.

Que chances terão os alunos da rede pública de acessar o Ensino Superior enquanto estudantes da rede privada desfrutam do menu completo?

  
O Movimento pela Base, que coordenou a redação aprovada às pressas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) em 2017, aguarda ansioso pelas oportunidades de negócio que devem surgir sobre os escombros da escola pública brasileira.

O grupo, composto por instituições privadas de ensino, fundações educacionais, gigantes do ramo dos livros didáticos, movimentos conservadores e think tanks internacionais, articula-se desde 2013 para abocanhar parte significativa da educação pública. É um mercado e tanto, responsável por 86% das matrículas de Ensino Médio no país. O ataque privatista tem múltiplas frentes e encaixa-se perfeitamente ao projeto de Estado mínimo que assola o Brasil e o Rio Grande do Sul.

  


A BNCC promove um verdadeiro apartheid socioeducacional. Para os empresários que influenciaram a construção da BNCC, os alunos do Ensino Médio devem formar uma massa trabalhadora que não questiona sua condição social. Mão de obra barata para a porta de fábrica e um mercado precarizado e sem garantias.









A versão aprovada da Base Nacional Comum Curricular foi elaborada com a supervisão de empresários e multinacionais, mas sem ouvir educadores(as), pais e estudantes. O motivo é simples: quanto mais desinformada estiver a comunidade escolar, melhor para os patrocinadores da BNCC.

O problema não é ter uma base comum nacional, necessária para garantir a equidade em um país continental, mas a forma como a BNCC foi pautada e construída, em desacordo com o debate que formulou o Plano Nacional de Educação.


  

A BNCC esvazia o conteúdo pedagógico e altera a cultura da educação pública e a própria compreensão do papel da escola na formação dos sujeitos. Baseia-se em uma lógica verticalizada e mercantil, oferecendo um currículo fechado que tolhe a criatividade e a liberdade de ensino de professores(as).

Lutamos por uma educação pública, laica, gratuita e de qualidade, que garanta a formação integral do cidadão e seja gerida democraticamente pela comunidade escolar.



  

Enquanto o Ensino Médio regular poderá contar com até 40% das aulas fora da escola, a modalidade de Educação para Jovens e Adultos (EJA) poderá se dar 100% à distância. 

Mais uma estratégia para incentivar a terceirização, um prato cheio para empresas que vendem soluções de EAD. A Base Nacional Comum Curricular do Ensino Médio transfere recursos públicos para o privado às custas da qualidade do ensino.

Encontro Regional de Aposentados 01/08/18



Encontro Regional de Aposentados CPERS/Sindicato 
01/08/18 em Santa Rosa
                
Santa Rosa - 10º
Frederico Westphalen - 26o
Três Passos – 27o
Três de Maio – 35o

Programação:
8 h - Recepção
9 h – Abertura
9 h 30 min – Pronunciamentos:
                   - Diretores de Núcleos
                   - Sra. Helenir Aguiar Schürer - Presidente Estadual do CPERS -Sindicato
10 h 15 min – Palestrante: Dra Rosângela Angelin
 Tema: Direito das mulheres, movimento social e vivências após aposentadoria                                                      
11 h – Palestrante: Camile Demboski (quiropraxista)
                               Tema: Cuidados com a coluna vertebral
11 h 20 min – Palestrante: Sr. Valdir Langwinski
                                           Tema: Longevidade saudável e saúde total
13 h – A L M O Ç O
14 h – Reinício das atividades
           Palestrante: Dr. Marcelo Oliveira Fagundes  -  Assessoria Jurídica do CPERS – Sindicato
          Tema: Nossas conquistas: Direitos, riscos e perspectivas
14h30min.: Formação de jurados
           Desafio da Dança (apresentação dos núcleos)
16 h – Apresentação dos resultados do Desafio da Dança.
16 h 30 min – E N C E R R A M E N T O









































terça-feira, 17 de julho de 2018

ATIVIDADES CPERS


Prezados Professores e Funcionários de Escola!

·       Dia 31 de julho (terça-feira):  Paralisação e Ato Público Estadual, em Porto Alegre.
Dia de Denúncia contra o Governo, que não respondeu ainda sobre a reposição dos 23,29 % da inflação, pelo fim do parcelamento do salário e pela situação que a categoria se encontra, decorrente da política de arrocho salarial.
Inscrições no 35º Núcleo até dia 30/07, 9 horas.

Obs.: A caravana que estava programada no 35º Núcleo para o dia 31/07 será realizada em outra data a ser informada. No dia 31/07 todos em Porto Alegre!

·        Relatório Dificuldades Encontradas no IPE Saúde:
Gostaríamos que nos enviassem até quinta-feira, dia 19/07, por e-mail, as dificuldades encontradas em relação ao IPE Saúde.
Estas informações serão repassadas  a Direção Central do CPERS/Sindicato, que pautará uma agenda, com a Presidência do IPE Saúde para tratar destas questões.

·        23/07 (segunda-feira) – Atendimento da Assessoria Jurídica, na sede do 35º Núcleo.

·        01/08 (quarta-feira): ENCONTRO REGIONAL DE APOSENTADOS (AS) em Santa Rosa.
Este Encontro será realizado o dia todo. As inscrições devem ser realizadas no 35º Núcleo até o dia 25/07, pois as vagas são limitadas.
Este dia está sendo preparado com muito carinho, com palestras, informações e Concurso de Dança. Será fornecido transporte de ônibus e almoço aos participantes.

·        23/08 – MOSTRA PEDAGÓGICA DO 35º NÚCLEO

35º NÚCLEO - CPERS/SINDICATO